quarta-feira, 30 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

sábado, 19 de novembro de 2011

"Uma chama que nos chama, nos atrai..."


Nunca é tarde enquanto a vida arde.
Estando-se aceso há acesso.
Dar-se sem fim recesso é dar-se fim,
Decesso.

domingo, 13 de novembro de 2011

COMO DADO - Cabeça há dentro...


Quando eu nasci minha mãe embrulhou-me em uma espécie de manto... Não, tanto não. Quando eu nasci veio um anjo safado... Opa! Tampouco! Mas que quando nasci não sei que espécie de anjo havia, isso posso afirmar. Também posso afirmar, sem exatidão e sem que me detenha dúvida, que minha mãe envolveu-me no que seja, tendo sido, isso afirmo, muito cômodo.

Acho que tomei gosto por aquilo. Não soltei pipa no ventilador, mas isso porque não soltei pipa alguma. “Se faltar o vento a gente inventa...” Mas vi e li pipas soltas. Já ouvi alguém louvá-lo, dizer que “esvazia a mente”. Já viu, né! Solto não! Sou solto!

E a vida é essa, sobe-se Bahia, desce-se Floresta, deixa-se a Floresta desencantado e torna-se a ela, ou ela foi sempre seu entorno.

Agitei-me. Entornei-me.Vim, vi, venci o suficiente. Dizem as más línguas que apenas o inevitável. Deixou-me o umbilical, e,passados a anestesia e o embotamento, desatei os laços de aparência inextricável. Se aquele não era, qual seria... 

Não subo lances que não sei aonde vão (ou não subo lances para o vão?)Batem-se, combatem-se, abatem-se. Golpeiam-se... Apeio-me! O “acomodado”. Sem elogios à letargia, não vejo o que no incômodo o enobreça. Desta peça, cômodo, vejo-os agitarem-se. Nos os alvejo e não me invejam. E que mal há se me dou sossego para que só me incomode eu a mim, em mim? Cabeça adentro! Não repercuto, não lhes disputo, não lhes incuto... nada!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Work-a-whole-lick



Se o fazes por necessidade, transige-o!
Do contrário, whadafuck!
I'm very ape and very nice
Pétrea láctea:

If the sun don't come you get a tan from standing in the english rain

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A não mais poder

Subiu o aeroplano, deixando atrás aquela pujança que já sabia em cifras  de educandário, depois vertida em imagens, sons e e movimentos e finalmente contabilizada em heliportos. 
São Paulo, a que nunca aspirara e que vinha de aspirar tanto era agora, sem o ser, como um sonho meu, aéreo em planos. Antes nítida, esfumava-se agora em branco. 
Tivesse-a visto de cima poderia minha alma ser tão alva e não-alvejada, tão vasta e não-devastada?
Tão nada poderia, decerto incerto.
Privamos:
-Poderias?
-Poderio nada!


O dia nada apaga as estrelas...