domingo, 27 de setembro de 2009

Ampla Defesa.

A partir de uma agradabilíssma conversa entre bachareis, entre os quais uma defensora pública e um promotor de justiça, resolvi retomar a defesa do finado Michael, Deus o tenha entre querubins! Em relação à pedofilia, digo que o rapaz é inocente, há "crime impossível". 


O exemplo mais didático do crime impossível é a partir do homicídio. O sujeito resolve eliminar o cabra safado da sua região, responsável pelos momentos mais prazerosos da vida da sua mulher, a Sra. Corno. Acha-o no que imagina ser um preguiçoso sono à sombra, enfia-lhe a faca e, ato contínuo, descobre que o tipo já abotoara o paletó de madeira. Crime impossível O tipo do homicídio fala em "matar alguém". Uma pressuposição semanticamente irresistível é que só se mata o vivo. É impossível matar o já morto.

Michael? Pois bem: Para que haja pedofilia, é imprescindível que haja um adulto a, digamos, abusar de uma criança. Sr. Jackson, Peter Pan, não era adulto, era criança. Logo, não houve abuso, mas troca-troca! Ou, quiçá, o menino Culkin, que em contrapartida era precoce (logo mais adulto que Michael) é que abusou do rei do pop!

sábado, 26 de setembro de 2009

Conto Hodierno II - ... a cavalo!.

Disso, o luto!

JUST NOW

Batata's Grill, 11:52 h.


Sessenta e cinco anos, give or take, camiseta, bermuda, sandálias, dedos em festa. Acompanhado. Mesma idade, séria, cabelos pintados de preto, recupera-se de lesão que lhe compromete o passo, e é o dela que dita o do casal. Dita o passo, e dita a expressão, séria, quase muxoxo. Porém, ele, ao garçom:


-Tem suco?
-Tem.
-Então me dá um Skol.

Explodo em gargalhada. Ele abre o sorriso, aproxima-se, e abaixa-se até minha altura (estou sentado, almoço):

-Vi seu suco e imaginei que não pudesse já chegar pedindo uma cerveja.

Sorridente, era a cara do Tom Jobim ( o homem do cachorro engarrafado)!
Adoro sábado!

Vida Simples




Acabo de deparar uma edição da revista que anuncia um novo mal do século (rs): o me-achismo. Segundo opiniões que ali vão, entre sintomas e causas estão os reality shows, a desenfreada proliferação de autoajuda (do it yourself!), a supervalorização da autoestima e por aí vai.

Abertas as inscrições para os vaidosos anônimos: VA(´)

"All through the day, I, me, mine, I, me, mine, I, me, mine..."



"Umbigo meu nome é umbigo

Gosto muito de conversar comigo
Umbigo meu nome é espelho
Não dou ouvidos nem peço conselhos
Umbigo meu nome é certeza
Só é real o que convém à realeza
Umbigo meu nome é verdade
Sou o dono do mundo e o rei da cidade
Umbigo meu nome é umbigo...

Umbigo meu nome é umbigo...
Eu sou mais eu! dê cá um close no narciso

Umbigo meu nome é umbigo
Me peça tudo, só não peça para ter juízo
Umbigo meu nome é umbigo
Não sei de nada além de mim: o amor é cego
Umbigo meu nome é umbigo
Vivo na sombra e água fresca do meu ego
Eu vou andando, e quem quiser que acerte o passo
Faça o que eu digo, e eu me concentro no que faço
Se um dia o mundo pegar fogo eu salto antes
E dou adeus a seis bilhões de figurantes
Umbigo meu nome é umbigo
Quem está contra mim também está comigo
Umbigo meu nome é guru
Eu caí do céu foi pra mandar em tu
Umbigo meu nome é umbigo
O mundo perde o freio, e eu nem ligo
Comigo só não vai quem já morreu
Umbigo meu nome sou eu"


"Se afoga, Narciso!
Compromisso é compromisso!
Se afoga, Narciso!
Pelo menos isso!"

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Conto Hodierno (!!!!????)

Dera-se bem; arranjara novo par, mais bonito, mais inteligente, mais... dissoluto!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

FIAT LUX!

Este é mais um "textículo", desses bobos, que tratam de como só damos valor ao que perdemos. Ah, mas quem lhes dá bolas? Sei de mulheres que há por aí que, tendo já desistido do feliz encontro de um príncipe em cavalo branco, já se vão acostumando a outras ideias, no assumido fim de não perderem o bonde da maternidade, a tantas tão caro, mesmo imprescindível. Talvez possa haver nisso alguma culpa de biotextos escolares que diziam: Os seres vivos nascem, crescem, reproduzem e morrem


Dito assim, não só se tem a impressão de que a reprodução é etapa inerente à vida(sem ela você não pode dizer que viveu) como se infere, quiçá, que tendo a pessoa reproduzido, já pode providenciar a moeda para o barqueiro. Paro, que me perco! Queria era dizer que há mulheres que já providenciam seu esquema Zafir: Na falta de quem (que as contente) as despose, acha-se um sujeito, de preferência amigo, "até bonito", "até inteligente", "de boa família" e "bem resolvido( $$$$)" que esteja disposto a engajar-se na abençoada tarefa de multiplicar, como Ele queria.

Calma, Leitora! Também os há em carência de reprodução. Eu mesmo, confesso, em momentos de profunda misogamia, pensava em pactuar Xuxa! Bom, mas o que tem a ver esse título, e cadê a falta?

Lembrei! É que, depois da minha experiência de ontem, já não quero mulher que dê à luz, mas mulher que dê a luz!!! Aliás, obrigado, patroa, pelo gentil e pronto oferecimento de suas instalações domésticas, iluminadas e aquecidas!

E, Cemig, foda-se! Vá se foder! A melhor energia do Brasil não deve ser tão boa a ponto de estar tão prontamente no ponto para o Nordeste biririzontino, n'est pas? Mas foi bom, que agora sei o valor dessa luz que m'alumia! Pela falta dela, e dos colhões necessários à lavagem capilar matinal com águas gélidas, tive de me submeter à estupidez de ser um trintão de boné!

É, a luz é como o serviço doméstico que, na feliz expressão anglófona, is always taken for granted: se estão lá, ninguém se dá conta, se faltam, reclamam prestação de contas!


Vixe!

"O fogo ilumina muito, por muito pouco tempo
Em muito pouco tempo o fogo apaga tudo
Tudo um dia vira luz
Toda vez que falta luz
O invisível nos salta aos olhos."

domingo, 20 de setembro de 2009

Meta Linguagem em Si, sem dó, sem ré! (Ex cathedra, pero no mucho!)

Em todas as áreas, é provável, mas sobretudo em Literatura (e em Teoria da Literatura, particularmente) abunda análise, superabunda análise (Super há bunda, análise? Supera a bunda a análise? É, acho que pegou uma cacofonia!)! Ainda me lembro bem de uma aula do Papai Smurf, um impressionante professor de literatura do Promove. Bom, pelo menos diante dos meus padrões de então, verdade?
Bom, na aula em questão, analisando "O Ateneu", de Raul Pompeia, o professor teve a sorte de achar, em meio a toda aquela prosa, um verso decassílabo! Aquilo me impressionou sobremaneira! Não pude entender (ou pelo menos não me ficou), se havia no texto o que justificasse aquilo, como uma menção a poeta que se tivesse celebrizado por essa métrica, ou o que o valha! Mas a sensação que tive foi do tipo "Porra, cara! Não fode! Se você fizer escansão daqui e dali vai achar rendondilhas menores, maiores e quiçá médias, ora!" Haha! Aonde não vão os guris para poderem praticar sua discente e indecente iconoclastia do docente, né?
Ah, mas é bom viajar, né! Se eu, munido de lupa, fosse forçar a amizade sobre este blog, diria:
O blog do Sr. Gabriel, sobre inútil e desinteressante, já que, não raro, é vazio de conteúdo, exemplo máximo da "forma sem função", sendo tampouco a forma assim tão boa, encerra (mas revela) sua pobreza de espírito, sua frivolidade, sua fatuidade (e que dure mesmo o que duram fogos fátuos!) Vai-lhe no título:
ceGos eGos em aGonia
Em cada ítem lexical do título, a inicial do gajo. É sintomático, pois quer-se meter em tudo. É sintomático, porque só inicia mesmo, ajoelha e não reza. Além do que, é-lhe de praxe fomentar o que não faz, em estupidez semelhante à do popular "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço".
Veem como o título diz muito?:
ceGOs eGOs em aGOnia
"Go, go! Go, Johnny, go, go, go! Johnny B. Good! Be good Johnny!" "Vai que tô te vendo!"
Olha! Um post megalomaníaco! Ou será autocrítica? Humildade? Com "H" maiúsculo e dourado?
Nada! Só sugestão!
SugesTÃO VAZIA!

sábado, 19 de setembro de 2009

Relatividade






“If you want a happy ending, that depends, of course, on where you stop your story.”

Orson Welles (1915-1985), cineasta norte-americano.

Rapidinha


Sentimo-nos mesmo adequados à carapuça de "empoeirados" quando, digitando mensagens no celular, em modo autocompletar, temos de soletrar meio texto!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

UM FRAGOROSO SUJEITO

Paulo Fraga é nosso primo, desses a que a lei não reconhece o status de parentes, pra lá que estão do quarto grau; é primo de mamãe. Figura rara, raríssima! É hoje um sexagénário, ou septuagenário, se for tão distante quanto conto nosso último encontro, e se a palavra consta do Volp. Caso contrário, tomem-no a conta de "um cara passado dos setenta anos".

Passou-os bem, é forçoso reconhecer, sobretudo para os que os veem pelo prisma material: era sempre pelas suas mãos (e não em anúncios de revista ou publicidade de outra sorte) que me chegava ao conhecimento cada nova façanha tecnológica dos que dedicam a vida a impor-nos novas necessidades. Trago fresca na memória sua empolgação com "esta televisão maravilhosa, diante da qual posso adormecer sem preocupações. Ela desliga sozinha no tempo programado.Querem ver?" Mas não é lá que vou.



Tendo-se bacharelado pela Faculdade de Direito, a muito honorável e conhecida Vetusta Casa de Afonso Pena, e estando pela casa dos quarenta anos, era desses a que as mães muito solícitas e interessadas em "deixar bem" as filhas conferiam o epíteto de bom partido. Por esse tempo, se não me falha a memória, ou se não lhes falhou aos que me contaram os casos, era Procurador do Estado. Nada procurava, em verdade. Ao ser telefonicamente perturbado por seus colegas de trabalho em impertinente busca no atroz horário das onze da manhã, tinha na mãe (Tia Teté) a verdadeira procuradora, que lhes dizia: "Dr. Paulo está trabalhando!"


Certa vez deu-se o caso que arranjou namorada, dessas em que os marmanjos deitam os olhos e as cabrochas, amarguradas da melhor figura da moça, a língua! No caso em tela, ao que consta, ainda que nem por isso menos amarguradas, assistia razão às detratoras da moça. Segundo circulava, tinha por hábito conceder seus favores a uma pluralidade de rapazes (se me é dado verter à nossa desprestigiada língua galicismo que me veio outro dia). Acudiu um sempre amigo, uma sentinela da moralidade, alerta:


-Paulinho, essa mulher não presta. Tá de histórias... Cantam no seu terrreiro!

E Paulinho, que sequer por ofício entregava-se à verborragia (já sei, não lhes parece meu primo):

-Olha, cabra, melhor dividir um prato de doces com os amigos do que comer um balde de merda sozinho!

Passo ao popular: Isso de chifre são coisas que colocam na sua cabeça!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pão de forma atômico.



Era o Kombão da zoação
Eu, papai e meu irmão
Todo mundo muito loki procurando diversão
E dirigir era a intenção
Rolava até competição
Quem desse a risada mais forte
É que tocava o bichão
Rolasse um violão não tinha freio pra canção
Rolava desde The Beatles até os hits do Balão
Tudo louco e feliz...


terça-feira, 15 de setembro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

sábado, 12 de setembro de 2009

Constância ou Vanessa?

É lugar comum, na surpresa por um comportamento ou dito, censurar a alguém a insinceridade no e pelo anterior. Muitas vezes a insinceridade está em não nos conhecermos (sempre o "conhece-te a ti mesmo"!). Você crê que "revela" mas "pinta". Aí: "Desculpe, não sei quem sou, mas lhe disse tudo sobre quem achei que era!". E, talvez, tenha mesmo sido! *

Tá bom, reconheço: Raul estava certo; a metamorfose ambulante é inexorável! Os constantes talvez não passem de pícaros, e o que dizem pode ser que agora seja um embuste ideal, sombra do que um dia foi relato fiel de seus fatos! Ou não muda? Morreu? Pior morto ou palhaço?

Ah, Félix! Desculpa de êxito para o "exit", ou sincericídio?:

"(...) eu tenho a infelicidade de não compreender a felicidade. Sou um coração defeituoso, um espírito vesgo, uma alma insípida, capaz de fidelidade, incapaz de constância. O amor para mim é o idílio de um semestre, um curto episódio sem chamas nem lágrimas. "

Ah, Meneses! O tempo, o tempo!



"Meneses era uma boa alma, compassiva e generosa. Tinha em flor todas as ilusões da juventude; era entusiasta e sincero; estava totalmente limpo da menor eiva de cálculo. Podia ser que com os anos perdesse algumas de suas qualidades nativas, que nem todos resistem a estes dois terríveis dissolventes: os lances da fortuna e o atrito dos caracteres. Mas naquele tempo ainda não era assim".

(Machado de Assis, Obra completa, Vol. 1; Editora Nova Aguilar, páginas 241 e 243, respectivamente.)








sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Cadernos da madrugada quase pós-machadiana.

Odores não são fedores!

Aquele que engendrar preservativos que não recendam a balões (bexiga para os paulistanos- que os carregue o diabo!) ou que de outra forma não interfiram no bem-vindo e inebriante cheiro de sexo ficará milionário e dará contributo inestimável e louvável na detenção das DST's e da gravidez indesejada.


Nota dialógico-fílica: cheiro de chiclé não vale!


domingo, 6 de setembro de 2009

Piegas

Domingo é um dia trés bizarre! Acho que minha consciência crítica vai aos calcanhares! Irá a de todos? Talvez! Talvez por isso tenham os Titãs podido cantar, em sinceridade: "É dia de descanso, nem precisava tanto! É dia de descanso, programa Silvio Santos!"

Outro forte indício foi o ter criado a categoria dos "filmes de domingo". São aqueles filmes blockbusters estadunidenses que, a menos que você seja muito novo, ou tenha estado muito duro nos últimos quinze anos, com certeza estará vendo algo repetido! Não, não podemos culpar os diretores caça-níqueis; o mundo é muito velho: "Nada novo sob o Sol". Não lhes nego seu lugar; não sou adepto do "ah, já tá foda mesmo!" Alguns conseguem mesmo (a consciência crítica dorme em merecido repouso...) me emocionar, outros me fazem rir o seu tanto...

Mas, como diria o Oswaldo Montenegro, não era isso que eu queria falar; queria falar o que falarei e aí, em crítica de mim mesmo, pensei isso aí, tentando entender o processo por meio do qual chegara a esse "lindo dito", sem aspas, embora, obviamente, como tudo que é óbvio, as merecesse, se as paráfrases rendessem aspas. Bom:

O amor não exagera. Só o amor não correspondido é exagerado!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Dizia-se em "sinceridade fálica":

-Sempre FALO o que penso! Acaso não sentiu queimarem-se-lhe as carnes qual as orelhas aos malfalados?



Mis en doute:

Diziam-se insinceridades fálicas?

-Não penso, não planejo o que FALO. Acontece!

Atordoado, canto, em adaptação, Metallica da fundação:

"Hit the lights:
Heat, delights!"

"So c'mon!
Jump in the fire!"

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Comida? Aquilo?

Há muito que não há sorteio do bife lá em casa! Se depender das dependências domésticas, é "um por todos, todos jejum!" A situação vem desde a dispensa da empregada, a deposta regente da despensa! A verdade é que foram-se os anéis deixando famintos os dedos, pela conveniência sovina de uns, e pela indigência de outros. Coisas de família!

Bom, quem me tem visto tem visto que me viro, que não me tenho purificado por essa via, mas sim, talvez, intoxicado-me por essa via... oral! Ah! Para estar "livre de todo o mal", só orando, Ahném, senhor!

Mas "ya está", como daqui, como de lá! Em toda parte, seu encanto, sempre entregue ao "serve-serve". Serve? Uai, que jeito? Na (a)versão sabarense, que se me impõe nos dias de lua e mercúrio, mercê do novo horário bancário imposto à serventia, tem a grande vantagem de um verdadeiro (e dulplo) copo de suco, que bem serve de consolo, regando assim a pobreza nutritiva! Pobreza também a que fico reduzido, que o preço é tão alto quanto o copo de suco!

Nas terças terçãs e quintas sem quintas (ah, houvesse varandas de mesas lautas!) bato um prato federal! Mentira, é só pelo locus mesmo, que não vai assim cheio, é sabido! Preço mínimo, suposta qualidade nutricional, e a expectativa nervosa que me vem da estranha sensação de cobaia! É que há ali moça triste e trajada qual militar em área de desastre atômico (Biohazard, my Lord!), a recolher pequenas amostras que dispõe em pequenos saquinhos que serão congelados. Curioso como vim a este mundo de meu Deus, tive de indagar-lhe o porquê daquilo. Ah, bobagens, né! Na pior das hipóteses (que talvez fosse ótima) haveria de me converter num Wolverine; lobo solitário sei que não havia de morrer, que o gajo tem bem-vindo efeito sobre o mulherio! Bom, ela recolhe as amostras para as congelar, para futura análise, dê-se o caso de alguém passar mal! Mas o melhor do cenário são os comensais, potenciais x-men amigos! Há os habitantes das Beverly Hills biririzontinas, há os holllywoodianos (que em certos dias não se misturam) e há até os paradisíacos (que às vezes não portam o sorriso com que deviam vir brindados pela sua condição!). Que alegria a de integrar a elite intelectual deste meu Brasil, hahaha!

Bom, para os dias de ócio tem o meu muito bom Batatas! Ali rola a política da boa vizinhança: como, assino (com a minha assinatura e mais um milhão de reais você pode ter acesso a quaisquer bens de consumo!) e pago quando oportuno! O suco é também honesto, o preço, a média dos supracitados, e tem a simpatia do dono: "Como vai aquele seu reino de Sabará!?" Ironicamente, não serve as melhores batatas da freguesia! Mas é interessante método, chamar, em confissão, atenção sobre seus defeitos, que assim atraem menos do que se descobertos!

Ah, a sabedoria comercial! Que aviamento!

Abraços aos comensais!

Vou ali comer refeição mais Sadia! Um franguinho do peru! Hahaha!