sábado, 31 de outubro de 2009

A CASA é sua, Glória!- Paterfagismo

Era uma vez a era do "A casa é sua glória.". Agora é, de vez, a era do "A CASA é sua, Glória!"
E essa CASA, capital, não é o lar, é o mundo, a CASA CAPITAL!
Quem as amava Amélias agora não poderá senão amar-lhes as Glórias.
Já não se fazem mulheres como antigamente, com antigas mentes.
Adeus, Amélia!
Bem-vinda, Glória!
Você tinha razão, Paula!
Bel, chior as são?
É a hora em que "o novo, o novo sempre vem!"
Só não poderemos ser os mesmos e vivermos "como nossos pais"!
Qual o problema? Como amamos nossos pais!
Pois comamos nossos pais!
Comamos em paz!
E façamos a nossa indie gestão!

E canto:
"Se meu filho nem nasceu
Eu ainda sou o filho
Se hoje canto esta canção
O que cantarei depois?"

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Dobrando Afinados

-Ô Terezinha, esse feriado de segunda é municipal ou federal?
-É finados, ô Vicente, é geral, é pra todo mundo!
-Vicente, não esquenta não; esse é pra todo mundo que vai morrer!

Afinados, dobramos de rir.
Os sinos dobram, como dobrariam na segunda "fatídica".

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Anjo.

Já to digo, amigo teu que sou: Se me amolas, afio-me!


Douto Dalto: "Eu não nasci um anjo
Anjo não se faz..."

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ranzinza


Odeio essa gente que será feliz "assim que tiver".
Odeio essa gente que tem certeza do que não sabe.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Folião "letrero" subversivo

-Bakhtin!
-Saúde!

Tá bom, vai! Deixando de lado a babaquice mais explícita, digo que, com todo respeito ao pensador, carnavalizo é com Caetano, que o Carnaval é menos russo do que baiano! Então:





Não se perca de mim
Não se esqueça de mim
Não desapareça
A chuva tá caindo
E quando a chuva começa
Eu acabo de perder a cabeça
Não saia do meu lado
Segure o meu pierrot molhado
E vamos embolar
Ladeira abaixo
Acho que a chuva
Ajuda a gente a se ver
Venha, veja, deixa, beija, seja
O que Deus quiser...

A gente se embala, se embora, se embola
Só pára na porta da igreja
A gente se olha, se beija, se molha
De chuva, suor e cerveja

domingo, 25 de outubro de 2009

ENQUANTO É TEMPO...



E pra não dizerem que eu, que já então não propriamente vestia a camisa, não fiz nada pelo Forte e Vencedor, digo a quantos o presente virem, ou dele conhecimento tiverem, especialmente à massa atleticana, que já estou na aula de natação, em que pese toda a cãibra de que diariamente acometido!

Digo mais, que torço muito para que o Atlético vá à Libertadores, para que os cruzeirenses, sujando-se, já não possam mais acusar os mal lavados de terceirizarem a vitória!

Ô, dá-lhe, Galo!
Ô, dá-lhe, Galo!
Olê, olê, olê!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Nossa! Que Confúcio!

Morava com "a velha", minha querida avó, que assinava os semanários especializados em "celebridades" ("...recortada de revista especializada em vida de artista..."), com que me divertia em cada grupo de três minutos livres, sobretudo lendo as citações que suas páginas sempre recolhiam, muita vez distorcidas e equivocadamente atribuídas.Não me arriscando então a atribuir autoria, lembra-me ter visto citação de um preclaro oriental, não sei se Confúcio ou certo do que dizia, de que "os tolos tomam para si o respeito que é dado à posição que ocupam". Assim, incorporei ao meu repertório a coisa de que o sujeito não "é", mas "está".
Isso muito me ajudou, estando há muito no meio jurídico, em que grassa a sem graça vaidade. Dizia-me sempre que era impressionante essa imagem de seres tão essenciais que faziam de si sobretudo magistrados e promotores. Como essencial?! Ninguém "é" essencialmente magistrado, o cara "está" magistrado. Poético exemplo disso é dado no belo longa alemão (se não for alemão, é pelo menos certa sua filiação teutônica) "Lugar nenhum na África", que conta a vida de uma família alemã, encabeçada por um magistrado (ou por um que estivera magistrado), fugida da persecução aos nazistas. Lá, sua ex-celência trabalhava a terra ("...vivo do que faz meu braço, meu braço faz o que a terra manda. Voa tristeza, voa vento, voa tempo voa!.. e qual de nós não acorda de noite querendo de volta o perdido?")
Bom, isso é velho e há já muito incorporado. A novidade está na irresistível transposição desse já familiar labor para o LAboR familiar...Não lembro muito bem o que disparou esta ideia e esta relação. Estava no carro, indo para a sinecura, e comecei a pensar no que deu nisto, que m'arrebatou a mente, qual sequestro.
Familiar:Também aqui ninguém é, mas está. Não sei, sempre tive um irresistível desejo de prole; pode? Mas agora, vendo muitos maus exemplos de relações filiais-parentais, começa a me incomodar que elas a partir de algum ponto só sigam a inércia das convenções. Não as suporto! Quanto menos, melhor! Você aprende a amar o outro pelo que ele "está" e como depois reavivar o amor se o seu novo "estar" for um "já não estar" em relação ao "estar" que desencadeou o afeto? Tá, alguém pode dizer que, ao contrário do dito quanto à magistratura, um pai ou um irmão são-no essencialmente. Não concordo! E há uma quebra da própria lógica aparentemente inerente à afirmação se a sustentamos a toda força. Afinal, se convencionalmente um pai ou um irmão são-no essencialmente, como podem continuar a sê-lo essencialmente apenas por convenção se já não agirem como convencionalmente lhes era devido?AH, esquece!
Nâo tÔ entendendo nada!
Vou ali nadar!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ENQUETE! DUELO

Danete e "Os Trapalhões"


X


Danoninho e "Chaves"



Vota aí, cara!

Xoxo não, Xoxim, haha!

L.C. - muxoxinho.... diz:
hahahahahha bocó

Gabriel diz:
Eu sou!
Assumo!
Mas, como já disse por aí, tenho as minhas profundidades!
não que seja bom!

L.C. - muxoxinho.... diz:
hahahaha
acho bom.

Gabriel diz:
É, eu também, mas não sei se acham por aí, pelo menos não as manifestações. Acho que me preferiam tão profundo que não chegasse à superfície!

L.C. - muxoxinho.... diz:
hahahahaha
fueda-se
seja feliz
e fim
o/

Gabriel diz:
Eu sou!
Acho até que sou como poucos.
E, só contados os conscientes, como quase ninguém!
Hahaha!
"Como quase ninguém"
Putz!


L.C. - muxoxinho.... diz:
hahahahahaahahahaha
hahahahhahahaa ri alto

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Rural BritRock Grande do Sul

E passo a passo vai cumprindo a profecia do Beatôul que dizia:

"I once had a girl
Or should I say
She once had me..."

"A seguir cenas obcenas do próximo capítulo
É só virar a página
E o futuro virá

Se alguém, seja lá quem for,
Tiver de morrer
Na guerra ou no amor
Não me peça pra entender
Não me peça pra esquecer
Não me peça pre entender
Não me peça pra escolher
Entre o fio ciumento da navalha
E o frio de um campo de batalha

Chegamos ao fim do dia
Chegamos! Quem diria!
Ninguém é bastante lúcido
Pra andar tão rápido
Chegamos ao fim do século
Voltamos enfim ao início
Quando se anda em círculos
Nunca se é bastante rápido!"

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

domingo, 18 de outubro de 2009

Já chegou? E agora? E agora?

Se eu disser que "estou ansioso por" gero a inferência de desejo? Mas pode ser cancelada? Bom, então, para evitar que me acusem da implicatura, deito à terra a expressão, e passo a estar "ansioso diante de". De quê? Ah! Da fronteira! Quando passo da dificuldade à impossibilidade?
Que tal fundir "interessada" e "interessante"? Ainda anda difícil, né!
Ó, mas pouco de cada não!
Tem de ser tudo no grau!
Oh yes!

sábado, 17 de outubro de 2009

Não sabe que é, não sabe que sou.

With eyes still dilated,
I've became your pupil
You've taught me everything without a poison apple
The water is so yellow, I'm a healthy student
Indebted and so grateful -Vacuum out the fluids

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Noite alta, céu risonho: Baixinha? Xou Xim!

-Xoxim, ainda dei sorte que te conheço! OU até teria errado o troço lá!
-Ah, claro! Acho melhor te crucificarem!
-Bom, minha VERa amiga irÔNICA, seja o caso, por favor, avance sobre a via crucis e me enxugue o rosto, vale?!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

DESCOMPASSO POÉTICO

Incorreção do poeta:

"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida."

Em correção do poeta:

A vida é a arte do encontro, pois há tanto desencontro pela vida."

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Boa pílula

"Depois de agir compelido pelo interesse volitivo, o homem recorre à razão como instância homologatória do ato realizado". (de "O romance tragicômico de Machado de Assis").

E enquanto os mais estupidamente gramaticais (os muito gramaticais costumam sê-lo estupidamente...) discutiam a firula pronominal, escapou-lhes a sabedoria (nem tão) subjacente às palavras do (propositada e superficialmente) controverso Jânio Quadros:

"Fi-lo porque qui-lo."
Já então o nosso bom varredor detectara a instãncia real, a força motriz verdadeira das ações humanas (ou tivera acesso a quem a detectara, "me da igual")

domingo, 11 de outubro de 2009

QUALQUERELA

Sejas a tela que fores,
Com as tintas que tenho,
O quadro é negro!
Seja até lá o que fores,
O quadro é negro!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Marcas Polifônicas 2

Não é que tenha "traído o movimento"
É que sou movimento
E tem-me atraído o movimento.

PORTAS DA PERCEPÇÃO

Não é que não me comporte...
É que não há o que me comporte!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

"Fico pensando que por mais que ande
Eu não consigo me afastar de mim."

domingo, 4 de outubro de 2009

DUELO

"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir!"


x


"If you don't know where you're going, any road will take you there!"

sábado, 3 de outubro de 2009

Morfobisonhice

MEGERA

Me gera?

Gera-me quem me degenera?


Tudo está no tom. É de muito bom tom usar um tom bom!
Tão bom!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Babaquice jurídico-letreira.

Sei que lá vão bem distantes os tempos áureos do enciclopedismo. Sei, ademais, que o vulto dos que o engendraram não recomenda que os pastichemos. Não se trata disso. Nenhum blogueirozinho da madrugada vai tentar dar-se a grandes convergências. É apenas um exercício de exploração de formações, haha!
Apesar de operador do Direito (alcunha sob medida para os que não o dominamos a ponto de nos denominarmos juristas para dominarmos o mundo como consultores jurídicos), sou obrigado a reconhecer que o Direito, que se diz instrumento de pacificação social, está mais para instrumento de manutenção do status quo, não é mesmo?
Ora! Nada atenta mais contra o estado das coisas do que rupturas e anomalias. Além disso, todo bom causídico (nem o sou, nem o seria bom, mas...) vale-se do que quer que lhe esteja ao alcance para atingir seu desiderato (em homenagem ao Prof. Sérgio Peixoto). Então, lanço-me à supressão do anômalo na reputada anomalia:
"Ideias verdes incolores dormem furiosamente."
Calma, pessoal! "Tudo na mais perfeita ordem, tudo na mais santa paz". Havia um grupo de ativistas ecológicos que, frustrado ante a traição do programa da organização por parte de seu líder, que ascendera ao Governo, deixaram provisoriamente de praticar seu ideário, embora em irada trama de restauração do movimento.