segunda-feira, 1 de junho de 2026

QUAL SONHO

Pensei em memórias tão potentes
que, à falta de papel,
arrepiei e chorei

por isso lhes peço que entendam
a falta desse poema
(que talvez até me agradeçam)

mas algo resta evidente
e me faz falta declará-lo:
feliz o homem por poder sentir
o que antes só havia sonhado