Floresceram artistas sob todos os regimes.
Em flutuações de todos os índices.
(até sob o peso do index)
com e sem censura.
Para ressoar.
Para inaugurar um som.
Escrevendo ao gosto do povo,
ou o ilegível, o canhão lírico.
Guardados no baú.
Indo ao ar.
Menoscabando o público,
cavando seu lugar.
Pintou-se sob toda luz.
Esculpiram-se os deuses,
os demônios,
os êxtases que dão.
A abastança.
A fome.
O fruto.
O pão.
A soldo de César,
dos papas,
de Mamon-ele-mesmo.
Produz-se arte entre os solstícios.
Com sol a pino.
No escuro.
Dois dois lados do |muro|
(só aos lados...)
A arte pulsa.
A arte é imparável