terça-feira, 5 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Trás-o-Trago
Tão sólido quanto seja teu castelo,
Tão indevassável,
De tão intransponíveis muros,
Deserta-o!
Deserta-o antes que o tome o ermo,
Que o tome o visgo,
Que o tome essa noite!
Habita-lhe os jardins!
As camélias, enquanto tépidas,
Traga-as!
Traga o ar que trazes
Nos interstícios da morte
O fim
Que traga!
Tão indevassável,
De tão intransponíveis muros,
Deserta-o!
Deserta-o antes que o tome o ermo,
Que o tome o visgo,
Que o tome essa noite!
Habita-lhe os jardins!
As camélias, enquanto tépidas,
Traga-as!
Traga o ar que trazes
Nos interstícios da morte
O fim
Que traga!
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Imóvel
Sou rompante
E tudo que irrompe domina
Até que se me rompa a esperança
Até que se me rompam as forças
Desfaz-se rarefeito o mundo
Do que vem de mim
Desfaz-se o efeito no mundo
Do que vai de mim
Estéril idade a daquele que hesita!
E tudo que irrompe domina
Até que se me rompa a esperança
Até que se me rompam as forças
Desfaz-se rarefeito o mundo
Do que vem de mim
Desfaz-se o efeito no mundo
Do que vai de mim
Estéril idade a daquele que hesita!
quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
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